• A importância de conhecer os seus genes

    A importância de conhecer os seus genes

    Estudar os nossos genes pode permitir obter um diagnóstico, avaliar a probabilidade de recorrência para outros familiares, mas também ter a oportunidade, quando indicado, de utilizar procedimentos que permitem interromper a transmissão de determinada doença, de acordo com a decisão do utente. A Genética Médica permite que isto seja uma realidade nos dias de hoje

  • A complexa equação de ser pai ou mãe

    A complexa equação de ser pai ou mãe

    Dentro da cabeça de cada mãe ou pai há um sem número de dúvidas a fazer pop out constantemente e essas dúvidas são tanto maiores, quanto maior for o desejo de cuidar bem e fazer o melhor pelas crianças. Para a pergunta “será que estou a ser um bom…

  • O seu filho é míope? Leve-o à rua.

    O seu filho é míope? Leve-o à rua.

    A genética é uma das causas, mas o ambiente começa a sobrepôr-se. Estamos a exigir demasiado para a visão de perto e negligenciamos o tempo passado no exterior. Se o seu filho é míope tire-o de casa e promova a exposição à luz solar de, pelo menos, 45 minutos por dia

  • Nem tudo são joanetes

    Nem tudo são joanetes

    Basta uma alteração acompanhada de dor, para logo se remeter a culpa para os joanetes. Nem sempre, nem nunca, porque também existe o hallux rígidus, uma alteração degenerativa que afeta o primeiro dedo do pé

  • Lesão desportiva e gestão de expetativas

    Lesão desportiva e gestão de expetativas

    É sabido que metade dos atletas em competição irá sofrer uma lesão desportiva em qualquer momento da sua atividade. Fisicamente, a recuperação poderá ser total. Exige-se tempo e respeito pelo processo de recuperação, sendo certo que vai sempre existir uma sequela. E é aqui que começa a frustração e a interrogação de quando voltará o tempo da competição…

  • A andropausa existe?

    A andropausa existe?

    Clinicamente, o termo andropausa é incorreto, mas isso não significa que o normal envelhecimento dos homens não exista e não provoque alterações. Elas existem, mas de forma muito progressiva. O declínio da testosterona é lento e pode acontecer a partir dos 30/40 anos, mas os efeitos não são iguais para todos

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