• Faltam-nos berços

    Faltam-nos berços

    De que vale um supercérebro ao comando se não compreendemos a base da sobrevivência da espécie? Um país que despacha Avós é um País iceberg. Um país em que não se sabe fazer meninos (as) é um deserto…

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  • Nada muda, tudo muda

    Nada muda, tudo muda

    Ao nascermos somos um condutor genético de cargas submetidas a um turbilhão de diferenças de potencial. Já todos os órgãos estão em funcionamento, mas sem passaporte ordenado para a vida, porque tudo começa quando o centro respiratório se emancipa do oxigénio inspirado pela Mãe e, em hipoxia, decide inspirar oxigénio do ar

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  • As estrelas de Deus andam por aí

    As estrelas de Deus andam por aí

    Quando um escultor desbasta uma pedra, retira camada sobre camada e acaba por encontrar o que criou e o que já tinha sido criado. Quando nasci tudo o que sou já cá estava, não criei nada, não construí o passado que já não existia, nem o futuro que não se sabe se existirá.

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  • O equilíbrio das estátuas

    O equilíbrio das estátuas

    O Homo Erectus deu os primeiros passos na verticalidade, mas dizem que a sua preguiça levou-o à extinção. Foi preciso esperar pelo Homo Sapiens para chegarmos ao que somos hoje.

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  • Descuidos que podem cegar

    Descuidos que podem cegar

    São quase sempre evitáveis. Acontecem por acidente e podem mudar toda a história de uma vida. Os traumas continuam a ser uma das principais causas da cegueira. As esquinas das mesas, o vidro que salta, a bola que se projeta, a agulha que não se viu, o murro que fez o olho negro ou a rolha que salta podem levar-nos a entrar num jogo de “cabra-cega”. O destino fica marcado nas horas que se seguem

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  • Ver ou não ver com óculos

    Ver ou não ver com óculos

    “A prova de que a Natureza é sábia é que ela nem sabia que iríamos usar óculos e notem como colocou nossas orelhas” (Jô Soares)

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