• Uma sardinha já não se divide por três

    Uma sardinha já não se divide por três

    A cada 4 segundos morre uma pessoa com fome. Onde? Algures no mundo. Hoje a fome até pode estar na porta ao lado. A fome está cada vez mais solitária, perdemos o hábito de tomar conta do outro

  • Técnicas médicas recuperam a fertilidade

    Técnicas médicas recuperam a fertilidade

    É uma doença, mas só confirmada depois das inúmeras tentativas para engravidar não terem sucesso ao fim de 12 meses. A reprodução está comprometida, mas há quem ajude a inverter este destino. As técnicas de procriação medicamente assistida podem recuperar o voo de cegonha com entrega cancelada. A unidade do Centro Cirúrgico de Coimbra atingiu uma taxa de gravidez de 45%. Há muitas histórias que acabam com um final feliz

  • Como reabilitar a audição perdida?

    Como reabilitar a audição perdida?

    Após os primeiros sinais de perda auditiva, uma pessoa demora cerca de 7 anos a procurar uma solução. Esquecem que ouvir não se resume a captar sons e, também por isso, a solução não pode passar por ceder às campanhas de publicidade agressiva. Um “amplificador” de som não é um dispositivo médico, não permite a individualização e amplifica todos os sons por igual. Ora, as necessidades são individuais e o próprio padrão de perda auditiva é pessoal e intransmissível…

  • Elegemos a Figura do Ano!

    Elegemos a Figura do Ano!

    Não teve oposição, porque foi a pulso e no dia-a-dia que ganhou este lugar de destaque. Apareceu sem avisar ninguém e sem fazer qualquer marcação. Insinuou-se e começou a atravessar a estrada, surpreendendo os seguranças e os automobilistas. Ninguém…

  • Pedir ajuda não é para fracos

    Pedir ajuda não é para fracos

    Há momentos em que os nossos recursos internos não são suficientes ou já estão gastos de tanto os usarmos. A imagem não tem de ser imbatível e perfeita. Pedir ajuda está no nosso ADN, isolados não sobrevivemos

  • O palhaço rico e o palhaço pobre

    O palhaço rico e o palhaço pobre

    Sempre gostei deles. Tinha as minhas preferências, claro. Avistei o “homem bala” e admirava a “senhora dos cabelos de aço”, a mesma que vinha servir pipocas durante o intervalo. Nenhum conquistou o lugar dos palhaços, em concreto o do palhaço rico…

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