• Anjos ou demónios?

    Anjos ou demónios?

    O risco de um psicopata ir parar a uma prisão é grande, mas a probabilidade de liderar negócios também. A falta de empatia ajuda-o a chegar a CEO e a liderança será destemida

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  • Transtornos ou doença psiquiátrica, onde está a lesão?

    Transtornos ou doença psiquiátrica, onde está a lesão?

    Sabemos que a fronteira entre o “dito” normal e algumas perturbações é imprecisa e a transição entre os dois estados é normalmente gradativa. Na mesma linha de preocupações enquadra-se a noção da doença estar ou não ligada à existência de uma lesão. Esta é uma área em que é imperioso distinguir a doença e o sujeito. A identidade da pessoa não pode ser a sua doença

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  • Ataque de pânico… Um “curto-circuito” cérebro–coração?

    Ataque de pânico… Um “curto-circuito” cérebro–coração?

    Começa a ser comum nas salas de urgências encontrar jovens adultos fisicamente saudáveis, mas que insistem que estão a morrer de ataque cardíaco. Na verdade, o ataque é de pânico, uma forma grave e extrema de ansiedade, com sintomas que podem ser incorretamente diagnosticados, mas que na verdade não apresentam um perigo real. A maioria recupera sem tratamento, os outros desenvolvem uma perturbação de pânico…

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  • Psicopatas, qual a parte do cérebro que funciona mal?

    Psicopatas, qual a parte do cérebro que funciona mal?

    O que têm em comum Hannibal, Anders Breivik, alguns personagens da série Guerra dos Tronos e outros tantos políticos mundiais? São psicopatas. E sim, o cérebro deles é diferente. Podem ser perigosos, são maus a tomar decisões e podem ocupar lugares de liderança

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  • Na antecâmara da depressão… Ou será cansaço?

    Na antecâmara da depressão… Ou será cansaço?

    A fronteira não é precisa e a tristeza não pode ser vista como um sinal. A depressão é muito mais e implica sofrimento. O caminho pode começar pela ansiedade, desespero, frustração e desmoralização. Mas é a personalidade e a capacidade de adaptação que combatem este estado de espírito que precede a antecâmara da depressão

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  • O que não nos mata, torna-nos mais fortes

    O que não nos mata, torna-nos mais fortes

    A resposta inata de sobrevivência ativa os instintos primários e, perante um desastre natural, seja um terramoto ou uma pandemia, a espécie humana pode seguir dois caminhos: “luta ou foge” ou “cuida e faz amizades”. Por ser automática, não conseguimos escolher qual a resposta ao stress que iremos ter, mas podemos treinar a que melhor se adequa a nós

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