
Ver ou não ver com óculos
“A prova de que a Natureza é sábia é que ela nem sabia que iríamos usar óculos e notem como colocou nossas orelhas” (Jô Soares)

“A prova de que a Natureza é sábia é que ela nem sabia que iríamos usar óculos e notem como colocou nossas orelhas” (Jô Soares)

Quem já teve um sabe como é doloroso e incomodativo e quem já teve vários sabe que é um verdadeiro tormento. Reduzir a sua incidência está a um passo

Já sabemos que o vítreo é um gel que preenche a cavidade posterior do olho e que tem uma relação íntima com a retina, o tecido nervoso que “reveste” o interior do olho e que é responsável pela transformação dos sinais luminosos em elétricos. São estes sinais que, através do nervo ótico, seguem para o cérebro como impulsos nervosos e nos permitem ver.

A localização dita a gravidade deste tipo de inflamação ocular que se pode assemelhar a uma conjuntivite, mas que tem causas e sintomas mais graves. Este é um daqueles momentos em que as especialidades médicas devem cooperar na busca de uma causa. A uveíte tem esta capacidade de juntar a oftalmologia e a medicina interna na tentativa de eliminar a inflamação, aliviar os sintomas e recuperar a visão

A má qualidade da imagem fornecida pelo “olho preguiçoso” fará com que o cérebro tenha preferência pelas imagens do outro olho e é com este processo seletivo que se instala a “preguiça”. Até aos 7/9 anos ainda é possível evitar isso mesmo, a ambliopia

É o excesso de glicose que começa por danificar os vasos sanguíneos capilares. A entrada de oxigénio nas células da retina fica comprometida e o tecido retiniano reage, criando vasos com defeito. É tudo isso que precisa ser vigiado, porque a retinopatia diabética pode manifestar-se sem sintomas e pode conduzir a um processo de cegueira irreversível