
Uma carta para Noah
Num tempo em que tanto se falou e outro tanto se escreveu… Escolhemos publicar a opinião de um Pediatra. Partilhamos a carta que Luís Januário escreveu a Noah, tão só porque “precisamos de alguns como tu”.

Num tempo em que tanto se falou e outro tanto se escreveu… Escolhemos publicar a opinião de um Pediatra. Partilhamos a carta que Luís Januário escreveu a Noah, tão só porque “precisamos de alguns como tu”.

O medo existe, não há como negar, e aprender a viver com ele chama-se coragem. É isto mesmo que Ana Condinho, Psicóloga Clínica, vai ensinar no reinício das sessões de “Conversar é o melhor remédio”, agendada para sábado, 19 de junho, às 18h

Noutros tempos, dir-se-ia que seria mágico, mas não há aqui nenhuma força sobrenatural. A audição sempre foi uma alavanca no progresso da espécie e, mesmo antes de nascer, o feto já tem a capacidade de ouvir. “A surdez separa-nos das pessoas” e a…

O ditado diz precisamente o contrário mas, neste caso, a sabedoria popular enganou-se. São os estímulos, as novas aprendizagens, experiências e desafios que previnem o declínio cognitivo. O segredo da prevenção está na plasticidade cerebral. O cérebro…

Hoje, admite-se que há sinais de doença nesta melodia e que as peculiaridades estruturais desta obra podem, afinal, espelhar uma demência implícita. O Bolero de Ravel passou a ser um instrumento de estudo

Entre um pardal empoleirado e um homem envelhecido que só anda amparado na sua bengala há uma diferença gigantesca de equipamento biológico. A natureza privilegiou o pardal. Cabe ao Homem a manutenção de hábitos de atividade para evitar que o desequilíbrio seja sinónimo de envelhecimento, por falta de treino e degenerescência dos sensores. Há células especializadas em detetar onde está a nossa cabeça