• A vila que se agigantou 

    A vila que se agigantou 

    Praia típica já era e, num tempo em que não existia booking ou trivago, eram as nazarenas que saiam à rua com as suas placas de “quarto aluga-se”, escrito nas mais diversas línguas, porque os estrangeiros já por ali andavam. Antes deste turismo ainda envergonhado, era o peixe e o mar que davam o sustento. A praia do Norte haveria de provocar uma reviravolta e as ondas gigantes mudariam a história da vila. Sim, porque há um antes e um depois de Garrett McNamara

  • Para lá dos Montes

    Para lá dos Montes

    Há uma fronteira que não divide. Um povo de acima e um povo de abaixo. Um dialeto próprio. Um governo e leis. Tudo numa aldeia com poucas dezenas de habitantes. Fica para lá dos Montes, onde pode estar um “Reino Maravilhoso”, como escreveu Miguel Torga “… começa logo porque fica no cimo de Portugal, como os ninhos”

  • O que é que Belmonte tem?

    O que é que Belmonte tem?

    Para uns é a terra dos Cabrais. Para outros a terra dos “marranos”. Mas também pode ser a vila que ousou fazer um Museu dos Descobrimentos, porque quis honrar a Descoberta do Novo Mundo, ou aquela que abriu o primeiro espaço em Portugal dedicado ao judaísmo. Note e isto é só o princípio de um extenso rol de pretextos para rumar à Beira Baixa e estacionar na vila de Belmonte, a mesma por onde também passam duas rotas dos Caminhos de Santiago

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