
Para lá dos Montes
Há uma fronteira que não divide. Um povo de acima e um povo de abaixo. Um dialeto próprio. Um governo e leis. Tudo numa aldeia com poucas dezenas de habitantes. Fica para lá dos Montes, onde pode estar um “Reino Maravilhoso”, como escreveu Miguel Torga “… começa logo porque fica no cimo de Portugal, como os ninhos”





