Importa a família, claro. Os amigos sinceros, obviamente. E importa a saúde, sem sombra de qualquer dúvida. É aqui que não poderei dar descanso, porque não basta ter ideais e escrever belos livros ou traçar programas modelares. É preciso querer um Serviço Nacional de Saúde (SNS). Sem isso, a saúde dos portugueses estará sempre comprometida ou empenhada.

Bem sei que o SNS que os portugueses precisam não cairá no sapatinho, tão só porque é Natal. Mas, não poderia deixar passar esta época mágica e de encanto, sem voltar a lembrar o que realmente importa: a saúde. A melhor.

A saúde que o conhecimento e as evidências científicas balizam como a melhor para o Manuel, pensionista, para o Jorge, carpinteiro, para a Ana, que anda a aprender a andar, para o António, professor, ou para o Filipe, que nunca tinha entrado pela porta do SNS, até ao dia em que teve um acidente a caminho…

O SNS não é um capricho. É um direito. Não é gratuito. É pago por todos nós.

E o que realmente importa?

António Travassos

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