Para uns, é muito fácil brincar ao Natal. Juntam-se algumas pessoas, apela-se à emoção e ficamos de consciência tranquila, porque acreditamos que fizemos o que era possível fazer. Basta pensar nisso e já ficamos mais leves.

O Natal não devia esgotar-se assim, tão efémero, tão fugaz. A solidariedade não deveria ser uma prenda, devia ser um dever, com um compromisso para 365 dias.

Para mim, o Natal nunca é fácil. Um só dia não me chega para celebrar a vida.

 

António Travassos

 

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