É uma alternativa ao uso de óculos ou lentes de contacto, mas nem todos os erros refrativos podem ser corrigidos pela cirurgia laser. Há condições que devem ser cumpridas. Começam na estabilidade do erro refrativo, que não deve registar alterações, pelo menos, nos últimos dois anos, mas também pela graduação do erro refrativo. No caso da miopia, o candidato a cirurgia refrativa a laser não deve ter mais de oito dioptrias, enquanto o astigmatismo deve ser inferior a cinco dioptrias e, no caso de hipermetropia, a graduação também deve ser inferior a cinco dioptrias.

É ainda exigido que o candidato a cirurgia laser não sofra de outras patologias oculares, como doenças do colagénio ou doenças autoimunes sistémicas.

Na maioria dos casos, os erros refrativos são causados por um desequilíbrio entre a potência refrativa do globo ocular e o comprimento do globo ocular, sendo a córnea um dos principais componentes. Com a cirurgia refrativa e em apenas alguns minutos, o erro pode ser corrigido, sem necessidade de anestesia geral ou bisturi. O padrão de excisão corneana é calculado de forma personalizada por um computador, que interpreta os dados biométricos de cada doente. Pequenas modificações na curvatura da córnea são suficientes para permitir correções importantes.

 

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